A gente sempre vai e volta, não é mesmo? Não dizem que tudo é um círculo infinito de acontecimentos que nos colocam a mercê de escolhas que vamos fazendo e assim definindo (ou redefinindo) nossos caminhos? Eu passei mais de um ano longe desse blog e posso afirmar que foi esse um ano de muita redefinição. Busco novamente as linhas daqui porque preciso tirar vantagem de todas as pequenas coisas que foi me concedido no momento de nascer: o dom de escrever foi um deles. Assim também como o dom de chegar no momento errado na vida das pessoas certas. Ou ainda o dom de não conseguir lidar com tudo de forma mais tranqüila.
Descobri também nesse um ano longe que eu sou um tornado. Não, não, não da família do Toni - o que seria um prazer - mas desses tornados furiosos e avassaladores descarregados pela mãe natureza para mostrar que tem força sim. Sim, Cris is a tornado!
Outra descoberta foi a de que ser um tornado significa ter uma ansiedade descontrolada de que as coisas aconteçam logo, e que respostas sejam sempre dadas. Quase nunca é como queremos. O que precisa ser visto de forma positiva, já que isso nos fará aprender, amadurecer, sofrer. E se você sobrevive a sofrimentos, tire energia disso para se fortalecer, do contrário tudo terá sido em vão.
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