Ontem parei em frente ao PC e escrevi algumas linhas turvas sobre errar. Eu estava tão cansado e com tanto sono, que nada fazia sentido. E hoje me peguei novamente pensando nos erros que cometemos e como lidamos com as consequências que surgem disso. Estou prestes a cometer mais um erro, acho eu, no trabalho. Na vida pessoal nem falo mais nada, pois são tantos que prefiro deixar sem dizer. Acho, verdadeiramente, que vão me servir de alguma coisa no futuro. Mas é dificil decidir o que fazer, o que não fazer, como errar menos, com consequências menos abissais possíveis. Queria um reconhecedor de erros cometidos para que soasse um alarme interno na hora em que estivéssemos prestes a cometer mais um erro, seria fácil então ser um pouco mais feliz.
Upperwords: leia-me, ouça-me
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Eu quero muitas coisas em 2012
12 de dezembro. Já já o ano acaba e a gente vai ficar pensando como foi o ano. Aquelas perguntas do que fizemos ou deixamos de fazer vão crescer na cabeça e talvez fiquemos tristes, ou não. Talvez a gente se arrependa de umas coisas, mas para amenizar o arrependimento a gente vira e diz 'melhor me arrepender de coisas que fiz'. Eu me arrependo sim, tremendamente, de algumas coisas de 2011. E algumas delas, sua grande maioria, foram feitas por mim. Algumas me enchem ainda de pavor, outras já viraram comentários risíveis. Tento, a todo custo, me grudar às que viraram comentários, e assim vou indo, em direção a mais um ano.
Coisas acontecem para nos mostrar alguma outra coisa, definitivamente. É como estar num ônibus olhando pra direita, e num relance à esquerda, você vê algo numa loja que te chama a atenção, você então desce do ônibus porque resolveu comprar o que te chamou a atenção. Na hora de ir embora, ao sair da loja, você esbarra em alguém sem querer, e ao se desculpar descobre que é aquele seu amigo que você havia decidido não mais procurar por algum motivo idiota. E dali em diante não se desgrudam mais.
Eu quero muitas coisas que me mostrem outras coisas em 2012. E uma delas pode ser você. Sim, você mesmo. Mostrar que ainda vale a pena e que por mais que a gente sinta como se tudo estivesse perdido, que seja assim apenas uma forma de enxergar outras coisas então. Que doa, mas que mostre uma coisa que levará a uma outra e assim infinitamente.
Welcome to my world, 2012 \o/
Coisas acontecem para nos mostrar alguma outra coisa, definitivamente. É como estar num ônibus olhando pra direita, e num relance à esquerda, você vê algo numa loja que te chama a atenção, você então desce do ônibus porque resolveu comprar o que te chamou a atenção. Na hora de ir embora, ao sair da loja, você esbarra em alguém sem querer, e ao se desculpar descobre que é aquele seu amigo que você havia decidido não mais procurar por algum motivo idiota. E dali em diante não se desgrudam mais.
Eu quero muitas coisas que me mostrem outras coisas em 2012. E uma delas pode ser você. Sim, você mesmo. Mostrar que ainda vale a pena e que por mais que a gente sinta como se tudo estivesse perdido, que seja assim apenas uma forma de enxergar outras coisas então. Que doa, mas que mostre uma coisa que levará a uma outra e assim infinitamente.
Welcome to my world, 2012 \o/
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
A Melancolia de Lars
Toda a beleza destilada no prológo do filme serve como um pequeno sinal do que veríamos em todo o resto, até o último instante. Von Trier nos entrega sua históra em duas partes, cada uma delas dedicadas às irmãs protagonistas do filme. Obrigado, Von Trier, por finalmente me fazer enxergar Kirsten Dunst como uma mulher mais velha. Charlotte Gainsbourg ainda me assusta de tão boa atriz que é, mas dessa vez (e mais uma vez) Charlotte Rampling é quem me fascina. Amo o desânimo de Justine (personagem de Dunst) e a forma como Von Trier mostrou isso. Me encanto como toda a narrativa caminha para só um momento no filme e de como tudo o que aconteceu anteriormente perde absolutamente sua necessidade.
Maestria. Genialidade.
Não vou falar mais nada. Melancolia precisa ser visto.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A veracidade do que sentimos
Hoje acordei com a sensação de que nem tudo o que fazemos para mostrar aos outros o que sentimos é levado em consideração. Principalmente se isso é mostrado apenas pela palavra escrita. É preciso corroborar tudo o que é dito com atitudes e, principalmente, não-atitudes. As pessoas a sua volta irão esperar comportamentos anteriormente mostrados por você. Alguns deles podem ter sido assustadores, ou intensos demais, e isso cria todo um campo de proteção no lidar dos outros em relação a você. Por isso, o mais importante, sempre, é que você, antes de qualquer pessoa, acredite no que diz/escreve. Às vezes é preciso buscar outras direções, por mais doloridas e sofridas que possam parecer. Às vezes é preciso negar a si mesmo a veracidade do que sentimos para então enxergar esses sentimentos como algo distante, não mais palpável, não mais intenso, menos vital. Claro que tudo isso pode representar uma luta de você com você mesmo muito forte, mas é exatamente aí, no meio dessa batalha, que a verdade daquilo que uma vez te fez feliz e acreditar que não havia sentimento igual no mundo irá, finalmente, dar lugar a uma calmaria aguardada faz tempo.
O sofrer tem que ter como única explicação o fortalecer do essencial para a nossa felicidade. Busque-o, verdadeiramente, em você mesmo. Nada nem ninguém se transforma pura e simplesmente por que nós queremos. Queira, antes de qualquer coisa, ser feliz. A felicidade em estado bruto pode ser passageira, mas é uma das forças mais transformadoras da natureza humana.
O sofrer tem que ter como única explicação o fortalecer do essencial para a nossa felicidade. Busque-o, verdadeiramente, em você mesmo. Nada nem ninguém se transforma pura e simplesmente por que nós queremos. Queira, antes de qualquer coisa, ser feliz. A felicidade em estado bruto pode ser passageira, mas é uma das forças mais transformadoras da natureza humana.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Tornado
A gente sempre vai e volta, não é mesmo? Não dizem que tudo é um círculo infinito de acontecimentos que nos colocam a mercê de escolhas que vamos fazendo e assim definindo (ou redefinindo) nossos caminhos? Eu passei mais de um ano longe desse blog e posso afirmar que foi esse um ano de muita redefinição. Busco novamente as linhas daqui porque preciso tirar vantagem de todas as pequenas coisas que foi me concedido no momento de nascer: o dom de escrever foi um deles. Assim também como o dom de chegar no momento errado na vida das pessoas certas. Ou ainda o dom de não conseguir lidar com tudo de forma mais tranqüila.
Descobri também nesse um ano longe que eu sou um tornado. Não, não, não da família do Toni - o que seria um prazer - mas desses tornados furiosos e avassaladores descarregados pela mãe natureza para mostrar que tem força sim. Sim, Cris is a tornado!
Outra descoberta foi a de que ser um tornado significa ter uma ansiedade descontrolada de que as coisas aconteçam logo, e que respostas sejam sempre dadas. Quase nunca é como queremos. O que precisa ser visto de forma positiva, já que isso nos fará aprender, amadurecer, sofrer. E se você sobrevive a sofrimentos, tire energia disso para se fortalecer, do contrário tudo terá sido em vão.
Descobri também nesse um ano longe que eu sou um tornado. Não, não, não da família do Toni - o que seria um prazer - mas desses tornados furiosos e avassaladores descarregados pela mãe natureza para mostrar que tem força sim. Sim, Cris is a tornado!
Outra descoberta foi a de que ser um tornado significa ter uma ansiedade descontrolada de que as coisas aconteçam logo, e que respostas sejam sempre dadas. Quase nunca é como queremos. O que precisa ser visto de forma positiva, já que isso nos fará aprender, amadurecer, sofrer. E se você sobrevive a sofrimentos, tire energia disso para se fortalecer, do contrário tudo terá sido em vão.
domingo, 31 de julho de 2011
Desintoxicação + Desprendimento
Hora de voltar a escrever? Sinto a necessidade crescendo cada vez mais.
domingo, 7 de março de 2010
Run babe run
Estamos já caminhando para o 8º dia do terceiro mês de 2010 e eu só escrevi algumas poucas linhas aqui em janeiro. Na verdade, no final daquele mês uma grande correria se instalou ao meu redor e tenho dormido muito pelo cansaço que tem sido igualmente muito também. Acho que desde que comecei a trabalhar - no sentido real e verdadeiro da palavra - em 1994, eu não trabalhava tanto. Um treinamento que me pegou de surpresa foi emendado a um outro que eu tive que aplicar. E logo as semanas de início de turmas na escola se fizeram presente e eu não tive mais muito tempo de coisa alguma. E essa semana que começa amanhã deverá ser um pouco mais amena, e talvez eu consiga reiniciar contatos desses que a gente só tem mesmo no mundo virtual: fotologs, Facebook, emails. Mas sinto falta e saudades, embora não sinta falta do tempo perdido em frente ao computador não. E passou pela cabeça encerrar as atividades por aqui, mas não foi para isso que me conectei ao blog hoje. E com certeza não será também da próxima vez.
Here we go!
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